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MELHORES CIDADES DO MUNDO - Hong Kong, uma fascinante metrópole cosmopolita, com 7 milhões de habitantes que combina a cultura oriental com a ocidental, livre comércio, baixos impostos; lidera - Paris na França eh a 4ª

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CONHEÇA, DA JANELA DO TREM, AS "10 MELHORES CIDADES DO MUNDO PARA SE VIVER" O ECONOMIST INTELLIGENCE UNIT (EIU) DIVULGOU UM NOVO RANKING LISTANDO AS 10 MELHORES CIDADES DO MUNDO PARA SE VIVER. A LISTA, QUE TEM CAUSADO DEBATES, TRAZ HONG KONG EM PRIMEIRO LUGAR.
1° - HONG KONG (CHINA)
Uma fascinante metrópole cosmopolita, com 7 milhões de habitantes e 1,1 mil km² de área, que combina a cultura oriental com a ocidental. Sua população tem um padrão de vida comparável ao das grandes potências, com um PIB per capita de 43,8 mil dólares. O custo de vida da cidade, entretanto, é um dos mais caros do mundo. É o principal centro comercial da China. Possui uma economia de livre mercado, baixos impostos e mínima intervenção do governo central, seguindo a filosofia de "um país, dois sistemas".

2° - AMSTERDÃ (HOLANDA)
Amsterdã é prática, moderna e vanguardista. E essas qualidades de certa forma resumem as características de toda a Holanda, um país de território minúsculo que foi u…

PASSEANDO DE TREM PELOS CAFÉS E RECANTOS ARTÍSTICOS DA FRANÇA - 11 noites de maravilhas pelos campos e cidades de Paris, Avignon, Arles, Aix-en-Provence e Marselha




CURTO ESTE ROTEIRO DO NOSSO TREM NOS CAFÉS E RECANTOS ARTÍSTICOS DA FRANÇA (Eduardo Merille/Flickr)
PARIS - 04 NOITES
Paris merece uma viagem só para ela, é verdade. Mas quem já conhece a cidade de outros carnavais pode combiná-la aos destinos da Provence, coroados com uns dias em Marselha. Antes de rumar ao sul, explore atrações menos usuais da capital, como a Fundação Louis Vuitton (€ 16), prédio futurista que abriga boas exposições temporárias, ou a antiga estação de trem La Recyclerie, hoje convertida em bar e restaurante.
Apesar de estar em uma estação ainda em funcionamento, o restaurante Le Train Bleu também remete ao passado, já que conserva a mesma decoração rococó do século 19 – há menus de almoço a partir de € 49. Fica dentro da Gare de Lyon, de onde sai o TGV, o trem-bala francês que vence, em 2h40min, os 700 quilômetros que separam Paris de Avignon.
O bar e restaurante La Recyclerie, uma antiga estação de trem em Paris (Facebook/Divulgação)
AVIGNON — 2 NOITES
A cidade é uma ótima base para explorar a Provence em bate e voltas e merece pelo menos dois dias de dedicação voltados à visita ao gigantesco Palais des Papes (€ 11), que já foi residência oficial dos papas da Igreja Católica, e à Pont d’Avignon (€ 5), uma ponte medieval que cruzava o Rio Rhône até ser parcialmente destruída pela força das águas, em 1668. Encaixe no roteiro uma passada no Mercado Municipal, bem central, para comprar insumos para um piquenique à beira do rio ou no parque Rocher des Doms, que tem ótimas vistas.
As casinhas dos vilarejos de Provence são assim, bonitinhas e simples (Party Lin/Flickr)
O Palais de Papes, em Avignon (Luca Perino/Flickr)
ARLES — BATE E VOLTA
Usando os trens regionais TER, dá para esticar de Avignon até Arles em menos de 20 minutos. A impressão de que a charmosa vila em tons pastel saiu diretamente de um quadro não é à toa: Van Gogh pintou quase 300 telas por lá, muitas vezes retratando o casario da cidade.
Muita gente passa por Arles justamente para seguir os passos do holandês que ali protagonizou uma das cenas mais emblemáticas de sua existência – o surto que culminou na mutilação de parte de sua orelha. Além dos ares artísticos, Arles tem ainda um impressionante anfiteatro romano (€ 6), que data do século 1 antes de Cristo.
Arles, a cidade em tons pastel (Tristan Taussac/Flickr)
AIX-EN-PROVENCE — 2 NOITES
Apesar de estar a apenas 87 quilômetros de Avignon, Aix merece bem mais que um bate e volta. Tente se hospedar nos arredores da Cours Mirabeau, pomposa avenida principal da cidade, e passe os dias imitando os franceses bon-vivants, a flanar por ruelas coalhadas de cafés charmosos. 
Se Arles é o xodó de Van Gogh, Aix foi musa inspiradora de Cézanne: seu ateliê (€ 6) na cidade é aberto ao público. Os estudantes universitários que moram ali contribuem para dar um toque de vida real a uma cidade que poderia ser cenográfica, além de agitarem à noite nos bares e restaurantes.
Por Patrícia Figueiredo
O charme de Aix-en-Provence (Ralf/Flickr)
MARSELHA — 3 NOITES
Para dar um respiro do pacato estilo de vida provençal, escolha Marselha, segunda cidade mais populosa da França, a 40 minutos de trem de Aix. Cheia de referências do Oriente Médio e do norte da África, a metrópole foi considerada por muitos anos o patinho feio francês, mas começou a mudar sua fama com a inauguração do Mucem (€ 9), um belíssimo museu sobre a história das civilizações mediterrâneas, em 2013.
As melhores vistas do Vieux-Port, o fotogênico porto antigo marselhês, são do alto da Catedral de Notre-Dame de la Garde, igreja neobizantina encarapitada a 161 metros de altura. Dedicar três noites a Marselha permite ao viajante um dia de passeio nos arredores até as calanques de Cassis, enormes falésias que escondem praias de água clarinha, acessíveis de barco ou por trilha.
Melhor época
Em setembro, ainda faz algum calor, e as multidões das férias de verão já se foram. Evite ir no fim do outono e no inverno, quando muita coisa fecha na Provence e o vento forte é um castigo.
O modernão Mucem, em Marselha (Pierre Metivier/Flickr)


VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE


Fonte / Fotos = viagemeturismo.abril.com.br / Thymonthy Becker / 

Texto publicado na edição 256 da Viagem e Turismo (fevereiro/2017)

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